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Garoto Leucemia

Outubro 5, 2008

Lendo o post Garota da Gaita do João, eu me lembrei de uma vez que eu também me dei bem solteira na noitada. Epa! Peraí! Mas você é menina, Elisa! Sim. Eu sei. Só que nunca fui o tipo de garota que os caras chegam na balada (só eu detesto essa palavra?). Primeiro, porque mesmo quando solteira eu nunca fui muito em festas e não sei como me comportar em ambientes de pegação. Segundo, porque eu só ia  quando estava energia acumulada e precisando 1) dançar até ficar tão suada que as pessoas escorregavam quando passavam por onde andei. 2) beber até não me lembrar do meu nome.

Para completar, nessa época eu estava 7 quilos acima do meu peso e o meu cabelo tinha caído por causa de uma escova progressiva mal sucedida (nunca mais chego perto de amônia). Ou seja, além de suada e bêbada, eu não estava nada atraente. Maaaas… mesmo assim, sabe-se lá por qual razão, um cara se aproximou. Segue o diálogo:

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Quando eu fiz ventar

Setembro 28, 2008

É o tipo de coisa que quando eu conto, ninguém acredita… Mas eu realmente fiz ventar quando era criança. Não foi sonho e eu lembro da cena perfeitamente. Era outono, a grama em frente à minha casa estava cheia de folhas mortas e eu estava entediada. Levantei os braços e falei: venta. Ventou. As folhas voaram por todos os lados e quando eu abaixei os braços, parou de ventar. Repeti a experiência algumas vezes para ter certeza que não tinha sido só coincidência e a mesma coisa aconteceu todas as vezes. Foi a única vez. Eu tinha uns 7 anos. Mas não foi só isso.

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Carona com o velho tarado

Setembro 25, 2008

Não lembro se já comentei sobre um velho tarado que dá carona aqui na UFV. Então. Eu já havia pegado carona com ele duas vezes (muito desagradáveis, por sinal), e desde então evitava entrar em carros brancos (acho que ele tem um pálio, mas como não tenho certeza passei a evitar todos os carros brancos).

Pois bem. Hoje eu não consegui evitar. Eu estava atrasada, chegando no ponto de carona da reta quando um carro branco estacionou para dar carona para uma menina que já estava no ponto. Não pensei duas vezes. Dei uma corridinha básica e consegui alcançar o veículo.

Azar o meu e sorte da menina que não teve que ir o caminho inteiro sozinha.

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Homem x Mulher

Setembro 24, 2008

Acho engraçado como todas as mulheres se assemelham de alguma forma entre si, ao mesmo tempo em que homens e mulheres são tão diferentes…

Visitei um site hoje que fazia piada sobre essas diferenças e selecionei alguns tópicos para compartilhar aqui:

Relacionamentos:

Mulher: Quando um namoro termina, a mulher chora e desabafa com as amigas. Depois, ela escreve sobre como todos os homens são uns idiotas e segue com a sua vida.
Homem: Homens acham mais difícil seguir em frente. Seis meses depois do término, às 3 da manhã num sábado à noite, ele vai ligar para falar: “Eu só queria dizer que você arruinou a minha vida, eu nunca vou te perdoar, eu te odeio, você é uma cínica. Mas eu queria que você soubesse que tem sempre uma chance pra gente.” Também conhecida como a ligação de bêbado “eu te amo/eu te odeio”, que 99% de todos os homens já fizeram (ou irão fazer) ao menos uma vez na vida.*

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Receita de filme

Setembro 23, 2008

Depois de encontrar filmes condensados em um minuto, o Stumble me levou até um blog que criou receitas de filmes. A idéia consiste em pegar um elemento de um filme e somar (ou subtrair, inverter, dividir, multiplicar, que seja) por qualquer outro elemento de filme para conseguir a receita de um terceiro filme.

Aqui estão alguns exemplos:

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Sem arrependimentos

Setembro 22, 2008

Quem nunca fez bundalelê que atire a primeira pedra!

Acho que todos já viram a Ana Maria Braga falando que ser idiota é legal para ser feliz, não? Tá certo que a escolha de palavras dela foi medíocre, mas não deixa de fazer algum sentido. Pessoas sérias o tempo todo são um saco. Verdade. Uma das maiores qualidades que uma pessoa pode ter é o bom humor.

Vez ou outra, todos nós fazemos coisas das quais nos envergonhamos… Mas quer saber? Não me arrependo de nada. As melhores lembranças são desses momentos de desapego com a rotina.

* Obs1: Isso foi no início do ano passado. Eita! Meu cabelo cresceu pra caramba…
Obs2: Ainda vou juntar gente pra fazer outro desses. Quem anima?

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A nuca

Setembro 22, 2008

Verdade é que eu não tenho disso de reparar nisso ou naquilo primeiro. Não antes de saber se vou suportar ficar mais de meia hora com o cara. Coisa minha. Não consigo me sentir atraída por pessoas bonitas, mas desinteressantes.

Passado o teste inicial, aí sim começo a minha avaliação particular. A primeira coisa que reparo não são os olhos, ou as mãos, ou a bunda. Nada disso. O que mais me chama a atenção são os ombros. Para mim, homens precisam ter os ombros bonitos. Firmes, largos, acolhedores. O Gustavo, por exemplo, praticava natação e tem ombros maravilhosos.

Outra coisa que eu gosto muito é nuca. Mas não tanto quanto a Patrícia, uma amiga minha que se apaixonou por uma nuca do cursinho. A mais sensual que já tinha visto.

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Polvos e Caninos

Setembro 17, 2008

Já tem algum tempo que eu queria fazer outro stop-motion do estilo de Fútil, mas nunca encontrava tempo ou disposição.
Há cerca de duas (ou três) semanas, resolvi cancelar todos os meus compromissos e brincar com a câmera. Eu não tinha roteiro. Só alguns bonecos desenhados e uma dessas vontades apaixonadas de me declarar para o cara que amo.
O resultado é o que verão abaixo. (*)

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O Clube

Setembro 16, 2008

Sempre que procuro conversas interessantes para pescar, só encontro interjeições (Nossa! Sério? Verdade? Cruzes!). Não adianta procurar. As frases aparecem quando a gente menos espera.

Foi assim sexta passada. Estava indo tomar café da manhã na padaria quando ouvi um negócio que me deixou intrigada. Eram duas senhoras conversando. Senhoras classe média alta. Senhoras 50-anos-pra bem-mais.

A conversa

“se você dançar mais de 4 minutos com a mesma pessoa…”

A situação

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1990 – Funeral de Henry Thomas

Setembro 9, 2008

Por alguns momentos, ninguém se lembrou do morto. Todas as atenções estavam voltadas para a menina de 4 anos que acabava de ser esbofeteada pelo pai.

Vovô dormia e eu estava sentada na poltrona perto da mesa de cabeceira. Não queria estar ali. Era aniversário do Ross e todos os meus amigos iam. Eu não. Eu tinha que ficar sentada ali, balançando as pernas, esperando o tempo passar.

Foi aí que vovô abriu os olhos e pediu que eu chegasse mais perto.

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