
Garoto Leucemia
Outubro 5, 2008Lendo o post Garota da Gaita do João, eu me lembrei de uma vez que eu também me dei bem solteira na noitada. Epa! Peraí! Mas você é menina, Elisa! Sim. Eu sei. Só que nunca fui o tipo de garota que os caras chegam na balada (só eu detesto essa palavra?). Primeiro, porque mesmo quando solteira eu nunca fui muito em festas e não sei como me comportar em ambientes de pegação. Segundo, porque eu só ia quando estava energia acumulada e precisando 1) dançar até ficar tão suada que as pessoas escorregavam quando passavam por onde andei. 2) beber até não me lembrar do meu nome.
Para completar, nessa época eu estava 7 quilos acima do meu peso e o meu cabelo tinha caído por causa de uma escova progressiva mal sucedida (nunca mais chego perto de amônia). Ou seja, além de suada e bêbada, eu não estava nada atraente. Maaaas… mesmo assim, sabe-se lá por qual razão, um cara se aproximou. Segue o diálogo:
- Achei seu cabelo curto muito sensual. (devia estar mais bêbado que eu)
- Ahn… Obrigada. Ele caiu.
- Caiu? Como?
- Eu tive leucemia. (estava cansada de explicar a história da amônia)
- Nossa! Que barra! (sinceramente comovido)
- Pois é… Foi muito difícil. Mas agora já estou melhor.
- Vem cá… me dá um abraço. (e não foi só abraço que eu ganhei)
Quase um ano depois, a gente deu uma festa na Casa da Vovó (minha antiga república) e ele foi. Normalmente, as festas lá em casa ficavam muuuito cheias e a gente nunca conhecia mais da metade das pessoas. Portanto, eu não sabia que ele estava lá. Aliás, eu nem lembrava do rosto dele. Só fui perceber quando mais tarde na noite, começou a rolar um boato que uma menina na festa que já tinha tido leucemia…





huehiehiheiuhiuehiuheiue
eu me lembro dessa história!
lembro também quando você resolveu ir na festa a fantasia fantasiada de velha. Daí eu te levei até a casa da Lari e encontrei com uma amigo, que me perguntou se vc era doente…
Um amigo meu já tentou dizer que tinha uma doença terminal pra convencer uma guria a ficar com ele. Mas não deu. Ainda bem que era mentira, senão ele ia morrer muito triste…
E essa foi sensacional, mesmo! bwahahahahahaha
HEY!
eu nao sabia que voce ja tinha ficado com o pato leucemia! Eco!
Na verdade fui eu quem falou acima, nao tinha visto q estava com seus dados aqui, Elisa!
Ehhh, também tenho severa dificuldade comportamental em balada (no diminutivo é pior ainda, né?!).
O que devia acontecer é libertação dos costumes (pela 6465489ª vez), e as pessoas se comportarem rotineiramente como seria numa balada. Ora, os ambientes de pegação nada mais são do que uma demonstração do que as pessoas sentem na pele, todas as angústias e desejos.
Somos muito conservadores.
Um beijo!
Ei, Elisa! COmo está?
Queria linkar você, como faço?
Gabriel.
Por que o nosso “thedurrrs” não fica azul quando comentamos aqui?!?????!??
Que cocôzão! Estou irritada.
UUUUÇÇÇAAAAAAAA
(mantra)
Que doido o Gustavo não ser ciumento. Acho que eu não ia gostar muito de um texto do Gabriel sobre uma ficada bizarra bêbada dele não.
Mas que história…rs
Cuidado para não passar a impressão da próxima vez de estar em estado terminal…rs
Brincadeira, mas suas histórias são super divetidas.
Posta, posta, posta, posta!
Sensacional! Também adoro inventar histórias quando me fazem perguntas idiotas! Mas nunca renderam boatos assim.
Dei moral pra você agora, tem cara que dá preguiça mesmo. No entanto, não sei se teria coragem de fazer a mesma coisa.
Quanto a se fantasiar de velha e outras coisas anti-sexy, eu acho massa. Minha última “balada” (eu também não me ambiento muito com o termo) foi uma festa à fantasia em que fui sem meu namorado. Meu sonho (e o dele) era encontrar uma burca do meu tamanho, mas não se pode ter tudo na vida…
Elisa, por que vc linkou o blog do Ipatinga??????
A sua cara acontecer esse tipo de situação com você, Elisa.
Olá, Elisa, fotógrafa de fuscas
Cheguei no seu blog via Flickr eestou aqui rindo do seu post. Não apenas do post como um todo (que é engraçado) mas principalmente de um detalhe: você não é a única pessoa que detesta a palavra “balada”, tenha certeza disso. Eu, particularmente, detesto essa palvra porque, quando se fala em balada, penso no sentido mais antigo da palavra que era usada pra definir aquelas músicas mais lentinhas, geralmente românticas. De repente, balada virou festa, farra, agito, provavelmente, por mera ignorância de algum baladeiro metido a criador de gíria…
Bom blog. Seus textos prendem a atenção, independente do tema que você escolhe.
Fala meu amigo blz?
Meu nome é André Rubens, sou Presidente da Associação de Lan Houses de Minas Gerais.
Você foi escolhido através de seu blog para participar de uma coletiva de blogs que acontecerá no dia 01/06/2009 no Palácio da Liberdade!
Será uma ótima oportunidade para você entrevistar o Aécio Neves, Governador de Minas Gerais.
Sua participação é importantíssima e você precisa confirmar com urgência através desse e-mail!
Quem me dera, ao menos uma vez,
Esquecer que acreditei que era por brincadeira
Que se cortava sempre um pano-de-chão
De linho nobre e pura seda.
(2° estrofa de Indios de Legiao Urbana)
quieere decir: quien me hara olvidar que era una broma siempre que se hacía un trapo de piso de lino noble y pura seda
GRACIAS!