Arquivo da categoria ‘Coisas da vida’

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Quando eu fiz ventar

Setembro 28, 2008

É o tipo de coisa que quando eu conto, ninguém acredita… Mas eu realmente fiz ventar quando era criança. Não foi sonho e eu lembro da cena perfeitamente. Era outono, a grama em frente à minha casa estava cheia de folhas mortas e eu estava entediada. Levantei os braços e falei: venta. Ventou. As folhas voaram por todos os lados e quando eu abaixei os braços, parou de ventar. Repeti a experiência algumas vezes para ter certeza que não tinha sido só coincidência e a mesma coisa aconteceu todas as vezes. Foi a única vez. Eu tinha uns 7 anos. Mas não foi só isso.

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Carona com o velho tarado

Setembro 25, 2008

Não lembro se já comentei sobre um velho tarado que dá carona aqui na UFV. Então. Eu já havia pegado carona com ele duas vezes (muito desagradáveis, por sinal), e desde então evitava entrar em carros brancos (acho que ele tem um pálio, mas como não tenho certeza passei a evitar todos os carros brancos).

Pois bem. Hoje eu não consegui evitar. Eu estava atrasada, chegando no ponto de carona da reta quando um carro branco estacionou para dar carona para uma menina que já estava no ponto. Não pensei duas vezes. Dei uma corridinha básica e consegui alcançar o veículo.

Azar o meu e sorte da menina que não teve que ir o caminho inteiro sozinha.

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Sem arrependimentos

Setembro 22, 2008

Quem nunca fez bundalelê que atire a primeira pedra!

Acho que todos já viram a Ana Maria Braga falando que ser idiota é legal para ser feliz, não? Tá certo que a escolha de palavras dela foi medíocre, mas não deixa de fazer algum sentido. Pessoas sérias o tempo todo são um saco. Verdade. Uma das maiores qualidades que uma pessoa pode ter é o bom humor.

Vez ou outra, todos nós fazemos coisas das quais nos envergonhamos… Mas quer saber? Não me arrependo de nada. As melhores lembranças são desses momentos de desapego com a rotina.

* Obs1: Isso foi no início do ano passado. Eita! Meu cabelo cresceu pra caramba…
Obs2: Ainda vou juntar gente pra fazer outro desses. Quem anima?

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A nuca

Setembro 22, 2008

Verdade é que eu não tenho disso de reparar nisso ou naquilo primeiro. Não antes de saber se vou suportar ficar mais de meia hora com o cara. Coisa minha. Não consigo me sentir atraída por pessoas bonitas, mas desinteressantes.

Passado o teste inicial, aí sim começo a minha avaliação particular. A primeira coisa que reparo não são os olhos, ou as mãos, ou a bunda. Nada disso. O que mais me chama a atenção são os ombros. Para mim, homens precisam ter os ombros bonitos. Firmes, largos, acolhedores. O Gustavo, por exemplo, praticava natação e tem ombros maravilhosos.

Outra coisa que eu gosto muito é nuca. Mas não tanto quanto a Patrícia, uma amiga minha que se apaixonou por uma nuca do cursinho. A mais sensual que já tinha visto.

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Polvos e Caninos

Setembro 17, 2008

Já tem algum tempo que eu queria fazer outro stop-motion do estilo de Fútil, mas nunca encontrava tempo ou disposição.
Há cerca de duas (ou três) semanas, resolvi cancelar todos os meus compromissos e brincar com a câmera. Eu não tinha roteiro. Só alguns bonecos desenhados e uma dessas vontades apaixonadas de me declarar para o cara que amo.
O resultado é o que verão abaixo. (*)

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A festa da menta

Agosto 3, 2008

Vou explicar o que aconteceu. Era sexta-feira (antes de ontem mesmo) e eu estava sozinha em casa. Sem sono e entediada, resolvi que ia brincar de stopmotion e fazer alguma coisa estilo Fútil.

Montei o cenário inteiro. Improvisei tripé, iluminação e quando ia começar a gravar, a Bel aparece no msn.

- Vamos sair! Vamos sair! O Sherllon me ligou e o pessoal tá na churrascaria.

Fomos. Deixa o vídeo pra depois. Chegando lá, todo mundo já estava indo embora. Resultado: compramos rum, vodka, coca-cola, soda, um coquetel de menta de R$3,50 que vinha em garrafa de plástico e trouxemos todo mundo para a minha casa para uma festa dançante improvisada.

Fui deitar seis horas da manhã.

Onde foi que eu errei?

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Elefanta of my life

Junho 29, 2008

Quando eu tinha 4 anos, meu pai foi fazer doutorado em Madison (WI) nos EUA e a família toda se mudou para lá (eu inclusive). Apesar disso, minha infância foi bem normal e tranqüila… Nada de muito atípico.

Comi sabão em pó com a Annie, organizei uma expedição para fugir para a Terra dos Fofos, escalei um pinheiro, andei de elefante, joguei lesmas na Ife e o irmão dela me perseguiu com um taco de baseball, tentei fugir pelo bueiro e perdi uma unha, acionei o corpo de bombeiros com alarme falso… Ah! E descobri que tinha amígdalas muito grandes e inventei que estava com a garganta inflamada para a enfermeira da escola me mandar pra casa (isso funcionou algumas vezes até ela perceber que minhas amigdalas eram inchadas sempre)… Enfim. Kids will be kids.

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A mutante mineira

Junho 21, 2008

Sabe quando você está andando pela rua e sem querer (sem maldade nenhuma) acaba pescando trechos de conversas alheias? Pois é… Então… para aumentar o número de categorias de posts ali do lado, resolvi começar a postar as conversas que escuto pela metade nas ruas. Não garanto que vá sair nada interessante, mas vou tentar.

Contudo, nesse primeiro post não vou contar uma conversa que eu ouvi – mesmo porque, a última que eu consegui pescar era algo como “Vão? Vão. Quanto tá? Sei lá…”

Tudo bem que eles poderiam estar combinando de ir a uma rinha secreta de crianças de três anos geneticamente modificadas com orelhas nas costas que soltam raios pelas narinas e lutam até a morte (ou até a hora da soneca).

Tá bom. Parei. Do que eu estava falando mesmo?

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A gente não nasce para o que é (ou algo assim)

Junho 18, 2008

Andava querendo voltar a ter um blog há muito tempo, mas nunca encontrava um jeito de começar. Provavelmente, porque não sei exatamente o que estou começando.

Certas pessoas já nascem com todas as certezas do mundo: sabem que vão ser médicos, advogados, arqueólogos ou motociclistas do Globo da Morte

Eu, por outro lado, não faço a menor idéia da minha função na Terra – ou se tenho alguma. Mas, nos últimos tempos, eu tive uma absoluta certeza: eu NÃO nasci para ser secretária.

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